A História do Cupido

Categoria(s): Anjos

A história do Cupido descende do mito grego de Eros, que se tornou popular através da obra do poeta grego Hesíodo, no séc. VIII a.C.. Hesíodo o descreveu como a energia cósmica de atração, que explica a união de todos os seres.

Eros fez parte do trabalho e estudo de muitos filósofos e poetas, sua imagem e aspecto foram evoluindo com isso. Sua origem varia de acordo com a versão da história, começou sendo descrito como uma força criada a partir do Caos, mais tarde, foi descrito como filho de um Deus com uma mortal, fecundado no dia de nascimento de Afrodite (Vênus). Em outras versões, ele é filho da Deusa Afrodite. Na arte, ele começou sendo retratado em pedras mal elaboradas, sem muitos detalhes, mais tarde, sua imagem evoluiu para a de um adolescente ou criança (simbolizando sua personalidade travessa), com asas (simbolizando sua rapidez), virando o Cupido da versão romana.

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Eros e Psiquê
No séc. II d.C., o escritor e filósofo romano Apuleio, cria a história de Eros e Psiquê. Nesta versão, Eros era filho da Deusa Afrodite, que enciumada com a beleza de Psiquê, uma princesa mortal, pede que ele use uma de suas flechas para fazer Psiquê se apaixonar pela criatura mais desprezível do mundo. Quando Eros vai cumprir as ordens de sua mãe, acaba se apaixonando por Psiquê, tornando-a inatingível aos amores terrenos. Quando suas 2 irmãs se casam e ela permanece só, seus pais preocupados com a ira divina, vão consultar o Oráculo de Apolo, que os ordena a levar Psiquê a uma colina, onde ela seria levada por uma terrível criatura, mais forte que os Deuses, com a forma de uma serpente alada e esta a faria sua mulher. Seus pais, apesar de desesperados com a notícia, nada podiam fazer se não cumprir as ordens do Oráculo. Psiquê foi deixada no alto da colina, onde adormeceu esperando seu terrível destino. A pedido de Eros, Zéfiro, o vento do Oeste, leva Psiquê a salvo. Quando ela acorda, se vê em um lindo castelo. Para não assustar Psiquê com suas asas, Eros aparece apenas à noite, protegido pela escuridão. Apesar de Psiquê aguardar um terrível monstro, as palavras apaixonadas e carinho de Eros, fazem seu medo desaparecer. Mesmo sem ver sua face, a princesa lhe dedica seu amor, vivendo muito feliz ao lado dele. Um dia, comovida com a tristeza de suas irmãs, que achavam que ela era infeliz e estava na companhia de um monstro, pediu a Eros que elas pudessem visitar o castelo. Quando suas irmãs chegaram, a tristeza delas foi substituída por inveja. Aos poucos, elas a fizeram desconfiar de Eros, que só poderia ser um terrível monstro, aguardando um momento para atacar, já que ela nunca havia visto seu rosto. Ela foi aconselhada a preparar uma lâmpada e uma faca e se ele fosse mesmo um monstro, deveria matá-lo. Quando chega a noite, Eros retorna e quando ele adormece, as dúvidas perseguem Psiquê, que decide iluminar o rosto de Eros com uma lâmpada. Psiquê se surpreende ao encontrar não um monstro, mas a mais bela criatura. Sem querer, ela derruba uma gota de óleo no ombro de Eros, que acorda. Eros se enche de tristeza e desaparece dizendo que o amor não pode viver sem confiança. Psiquê arrependida, percorre o mundo em busca de seu amor perdido, até chegar a Afrodite, que lhe impõe uma série de provas impossíveis em troca de seu filho. Psiquê consegue executar a maioria das provas recebendo a ajuda de muitos se comoveram com seu sofrimento. Sua última prova, era trazer uma caixa contendo um pouco da beleza de Pérsefone, a rainha dos infernos. Temendo que todas aquelas provas poderiam tê-la tornado feia, fazendo com que não fosse mais atraente a Eros, ela cai na tentação de abrir a caixa, esperando recuperar a beleza perdida. Ela não encontra nada na caixa, mas cai adormecida banhada pela beleza da morte. Recuperado de sua ferida no braço e conseguindo escapar da vigília de sua mãe, Eros vai em busca de Psiquê e a encontra adormecida. Com a ponta de uma de suas flechas, Eros desperta Psiquê. Eles se casam e Psiquê se torna imortal. Nada mais podia fazer Afrodite.

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Visita ao Museu Egípcio Itinerante

Categoria(s): Dia a Dia

Neste fim de semana visitei a exposição do Museu Egípcio Itinerante, que está acontecendo no 3º andar do Shopping Bourbon Wallig, localizado na Av. Assis Brasil 2611, em Porto Alegre-RS. Você pode conferir a exposição até dia 9 de junho. O preço da entrada é R$ 10 e para estudantes R$ 7.

O Museu foi criado pelo artista Essam Ezzat Gouda Battal, nascido no Egito. Essam reproduziu as obras mais importantes do Egito, trazendo toda a cultura à disposição de quem mora no Brasil. O acervo conta com várias reproduções de deuses, estátuas de faraós, 1 múmia, sarcófago, vasos canópicos, hieróglifos, amuletos, pequenos artefatos e mais. Além da exposição, o museu ainda possui uma loja com artesanato egípcio.

Museu Egípcio ItineranteMuseu Egípcio Itinerante - Foto: Anjos NetMuseu Egípcio Itinerante - Foto: Anjos Net
Fachada do Museu e visões gerais, mostrando em evidência o sarcófago e a múmia.
Deusa Bastet - Foto: Anjos NetFaraó Akhenatón - Foto: Anjos Net
Deusa Bastet, divindade dos raios de sol e Faraó Akhenatón (Amenófis IV).
Deusa Isis - Foto: Anjos NetDeusa Isis - Foto: Anjos NetDeusa Isis - Foto: Anjos NetDeusa Isis - Foto: Anjos Net
Representações da Deusa Isis, símbolo do amor.

Se você não mora em Porto Alegre ou perdeu a exposição, pode acompanhar a agenda e ver as próximas cidades por onde o Museu vai passar entrando na página do facebook (https://www.facebook.com/museu.egipcio) ou então na página oficial (http://www.museuegipcio.com.br).


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Minissérie O Mundo de Sofia

Categoria(s): Filmes e Seriados

Sinopse e crítica: A Minissérie está disponível no Brasil no formato de DVD duplo, com o total de 8 episódios, apenas na versão legendada. É baseada no livro de Jostein Gaarder, que conquistou o mundo. Sofia é uma menina de 14 anos que recebe misteriosas cartas pelo correio com as perguntas “Quem é você?” e “De onde vem o mundo?”, a deixando muito curiosa. As cartas são de um misterioso filósofo chamado Alberto Knox. Juntos, eles fazem uma jornada pelas vidas de grandes gênios e pensadores da humanidade. Entre eles, Sócrates, Platão, Shakespeare, Copérnico, Leonardo da Vinci, Michelangelo, Gutenberg, entre outros. A história nos dá uma maravilhosa compreensão da filosofia, da origem dos mitos e ainda nos passa muita sabedoria e conhecimento. É uma minissérie que todos deveriam ver, ela é indicada para todas as idades, mas tem um tema complexo para crianças pequenas, portanto é uma história para pré-adolescentes, adolescentes e adultos.

Minissérie O Mundo de Sofia - Foto: Anjos Net
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A Fada do Dente

Categoria(s): Fadas

A lenda da Fada do Dente diz que quando uma criança perde um dente de leite, deve deixá-lo embaixo do travesseiro. Durante a noite, uma Fada o levará e em troca deixará uma moeda.

A simbologia mais usada para a aparência da Fada do Dente é de que ela pequena, com assas, roupa de bailarina, uma varinha de condão com um dente na ponta e um pequeno saquinho onde carrega os dentes. Dependendo do país, a lenda muda um pouquinho e a aparência também.

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A lenda provavelmente teve origens no folclore da Europa Ocidental, pois antigamente acreditava-se que os dentes deveriam ser guardados ou queimados para que não os procurássemos após a morte ou para que não caíssem no poder de bruxas, que os usariam em feitiços. Era dever dos pais cuidar para que os dentes dos filhos não caíssem em mãos erradas. Alguns pesquisadores acreditam que a lenda tenha apenas cerca de 200 anos e que descendeu do conto francês “O Bom Ratinho” (título original: La Bonne Petite Souris), escrito por Madame d’Aulnoy em 1697, que conta história de uma Fada que se transforma em um ratinho para ajudar uma rainha escapar de um rei malvado que invadiu seu reino. Na história, o ratinho se esconde no travesseiro do rei para atormentá-lo.

A Fada do Dente foi citada em um livro pela primeira vez em 1949, nos Estados Unidos, pelo escritor Lee Rothgow em seu livro “A Fada do Dente” (Título original: the Tooth Fairy).

Já existiu um museu da Fada do Dente nos Estados Unidos, criado pela Dra. Rosemary Wells (professora de odontologia) em 1993, na sua cidade natal Deerfield/Illinois. O museu reunia uma coleção de bonecas, travesseiros, livros e outros objetos de celebração à perda de dentes. Após a morte de Wells, o museu infelizmente foi fechado.

Nos Estados Unidos, no dia 28 de fevereiro e em 22 de agosto, se comemora o Dia Nacional da Fada do Dente. Apesar de chamarem de Dia Nacional, não é um feriado oficial e não foram encontrados registros sobre a origem das datas, mesmo assim as pessoas comemoram e se divertem.

O Rato Pérez (El Ratón Pérez)

Na Espanha e países hispânicos, existe uma lenda muito popular e semelhante a lenda da Fada o Dente, que diz que quando uma criança perde um dente, deve colocá-lo embaixo do travesseiro e então o ratinho Pérez o troca por um presente ou moedas. O rato Pérez foi inventado pelo escritor espanhol Luis Coloma, em um livro para crianças para o rei Alfonso XIII em 1894. Em sua história, o ratinho Pérez dava presentes para as crianças pobres de Madrid, quando o dente delas caía.


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Dicas de Livros: Anjinho da Turma da Mônica

Categoria(s): Anjos Livros

Para quem é fã do Anjinho da Turma da Mônica, aqui vai a dica de 2 livros com ele.

1) Turma da Mônica em João e o Pé de Feijão (Editora Girassol)

Este lindo livrinho infantil conta a história do João e Pé de Feijão, onde o anjinho faz o papel de João. Com 6 páginas ilustradas, em formato 18cmx18cm.

2) Oi, Eu Sou o Anjinho (Editora Mauricio de Sousa – Distribuição Cedic)

Este livro mostra o dia-a-dia do Anjinho, tem 8 páginas ilustradas, em um material bem reforçado e parece ser bem durável. No formato de 16,5cm de largura por 23cm de altura.

Os dois têm textos curtos, por isso são ideais para crianças que estão aprendendo a ler ou então para quem gosta das ilustrações do Anjinho.

Livros do Anjinho da Turma da Mônica - Foto: Anjos Net
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